Bíblia em Contos

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Entre Fé e Ganância: A Busca pela Verdadeira Vida na Terra Distante

Numa terra distante, havia muitos servos sob o jugo de seus mestres. Mas, segundo a orientação de Deus, eles aprendiam a considerar seus mestres dignos de toda honra, para que o nome de Deus e a Sua doutrina não fossem blasfemados. Mesmo aqueles servos que tinham mestres crentes, não os desprezavam, mas os serviam com mais fervor. Afinal, aqueles que participavam dos benefícios eram crentes e amados. Esses ensinamentos eram compartilhados e exaltados pela comunidade.

Essa harmonia, no entanto, foi perturbada quando um homem começou a ensinar uma doutrina diferente. Ele não só se recusou a acatar as palavras saudáveis de nosso Senhor Jesus Cristo, mas propôs uma doutrina contrária à piedade. Cheio de orgulho e ignorância, ele gerava discussões infrutíferas, fomentava a inveja, provocava conflitos e alimentava suspeitas maldosas em meio à comunidade. As palavras do homem corrupto criaram uma falsa impressão de que a piedade era um caminho para o ganho material.

A comunidade logo entendeu que a verdadeira piedade, acompanhada de contentamento, era a maior riqueza que poderiam ter. Eles reconheceram a vaidade das riquezas mundanas – que não trouxeram nada a este mundo e nada poderiam levar dele – e aprenderam a estar contentes com o básico: alimento e abrigo.

Entretanto, aqueles que se propuseram a ficar ricos caíram em tentação e armadilhas, e muitos desejos tolos e perigosos, que submergem os homens na destruição e perdição. O amor ao dinheiro, perceberam, é a raiz de todos os tipos de maldades. Algumas pessoas, ao buscar riquezas, se desviaram da fé e se perfuraram com muitas tristezas.

Mas os homens de Deus eram incentivados a fugir dessas coisas. Eles foram orientados a seguir a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência e a brandura. Eles foram incentivados a batalhar na fé, e a segurar firmemente a vida eterna.

Na sua missão, Deus, que dá vida a todas as coisas, e Cristo Jesus, que diante de Pôncio Pilatos testemunhou a boa confissão, foi invocado. Foi então que receberam a ordem de manter o mandamento imaculado e irrepreensível até a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

Foram observados os ricos deste mundo presente, instruídos a não serem arrogantes, nem a depositar sua esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que nos proporciona todas as coisas abundantemente para que delas desfrutemos. Eles eram incentivados a fazer o bem, a serem ricos em boas obras, a repartir generosamente e a comunicar uns com os outros, acumulando para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que pudessem segurar firmemente a verdadeira vida.

Finalmente, Timothy foi encarregado de proteger o que lhe foi confiado, evitando as conversas profanas e as oposições do conhecimento falso.
Alguns professaram ter se desviado em relação à fé. A graça estava com todos. Assim, a história ensina a importância de viver de acordo com a fé, a piedade e o amor, ao invés de buscar ganho material.

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tendas destes homens perversos! Não toquem em nada que pertença a eles, para que vocês não sejam levados junto com todos os pecados deles. Então eles se afastaram das tendas de Corá, Datã e Abirão. Datã e Abirão tinham saído e estavam em pé à entrada de suas tendas, junto com suas mulheres, filhos e pequenos. Então Moisés disse: Isto é o que o Senhor ordenou: saibam que o Senhor enviou-me a fazer todas essas obras, porque eu não as fiz de mim mesmo. Se estes homens morrerem da maneira que morrem todos os homens, ou se lhes acontecer o que acontece a todos os homens, então o Senhor não me enviou. Mas se o Senhor cria uma nova coisa, e a terra abre a sua boca e os engole, com tudo o que pertence a eles, para que desçam vivos ao Sheol, então saberão que esses homens desprezaram o Senhor. E aconteceu que, assim que ele terminou de falar todas estas palavras, a terra que estava sob eles se abriu. E a terra abriu a sua boca e engoliu-os e às suas casas, e todos os homens que pertenciam a Corá e todos os bens. E eles e tudo o que pertencia a eles desceram vivos ao Sheol, e a terra os cobriu; e eles pereceram do meio da congregação. E todo o Israel que estava ao redor deles fugiu ao grito deles, porque eles disseram: Para que a terra não nos engula! E saiu fogo do Senhor e consumiu os duzentos e cinquenta homens que ofereciam incenso. O Senhor então disse a Moisés: Diga a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, que ele retire os incensários do meio da chama, porque eles são sagrados, e espalhe o fogo à distância. Os incensários dos homens que pecaram contra a própria vida deles devem ser feitos em folhas de metal batido, como cobertura para o altar, porque eles os ofereceram diante do Senhor, então eles são sagrados. Eles devem ser um sinal para os filhos de Israel. Então Eleazar, o sacerdote, pegou os incensários de bronze, que aqueles que tinham sido queimados haviam oferecido, e os bateu para fazer uma cobertura para o altar, para ser um memorial para os filhos de Israel, para que nenhum homem comum, que não é da descendência de Arão, venha a oferecer incenso diante do Senhor, para não ser como Corá e sua companhia; assim como o Senhor havia dito a ele por meio de Moisés. Mas no dia seguinte, toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vocês mataram o povo do Senhor! Quando a congregação se reuniu contra Moisés e Arão, eles se voltaram para a Tenda do Encontro; e eis que a nuvem a cobriu, e a glória do Senhor apareceu. Moisés e Arão vieram diante da Tenda do Encontro. O Senhor disse a Moisés: Saia do meio desta congregação, para que eu possa destruí-los num instante. E eles caíram com o rosto em terra. E Moisés disse a Arão: Tome o seu incensário e coloque fogo nele do altar, ponha incenso sobre ele e leve-o depressa à congregação e faça expiação por eles, porque a ira saiu da presença do Senhor; a praga começou. Arão, como Moisés havia dito, correu para o meio da congregação; e eis que a praga havia começado entre o povo. Então ele colocou incenso sobre ele e fez expiação pelo povo. Ele permaneceu assim entre os mortos e os vivos, e a praga cessou. Aqueles que morreram em praga foram catorze mil e setecentos, não contando os que morreram por causa de Corá. E Arão voltou a Moisés, à entrada da Tenda do Encontro, porque a praga havia cessado. Title: Corá e a Revolta das 250 Brasas: Asoberba e a Ira Divina