Bíblia em Contos

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**Davi e o Rebanho: Confiança no Bom Pastor** (98 caracteres)

**O Bom Pastor: Uma Jornada de Fé e Providência**

Era uma vez, em um vale remoto cercado por colinas verdejantes, um jovem pastor chamado Davi. Ele não era um homem rico, mas seu coração transbordava de gratidão pelo rebanho que o Senhor lhe confiara. Todas as manhãs, ao despertar com o canto dos pássaros, Davi levantava os olhos aos céus e murmurava: *”O Senhor é o meu pastor, nada me faltará.”*

O sol ainda tímido no horizonte tingia os campos de dourado enquanto Davi conduzia suas ovelhas por trilhas conhecidas. Ele as levava a pastos verdejantes, onde a relva era macia e abundante, e às águas tranquilas de um riacho cristalino que serpenteava entre as rochas. As ovelhas, confiantes em sua voz, bebiam sem medo, pois sabiam que ele jamais as guiaria para águas turbulentas.

— Descansem aqui, minhas queridas — dizia Davi, acariciando a cabeça de um cordeiro mais jovem. — O Senhor não só nos dá sustento, mas também restaura as nossas forças.

E assim era. Mesmo nos dias mais quentes, quando o sol castigava a terra, Davi encontrava sombra sob as árvores frondosas que Deus plantara no caminho. Ali, ele se sentava com seu cajado ao lado, observando o rebanho repousar. Sua alma, outrora agitada pelas lutas da vida, agora repousava na certeza de que o Bom Pastor nunca o abandonaria.

Um dia, porém, as nuvens se fecharam sobre o vale, e Davi precisou conduzir suas ovelhas por um desfiladeiro estreito e sombrio. As paredes de pedra erguiam-se altas de ambos os lados, e o vento uivava como um lobo faminto. Algumas ovelhas tremiam, relutantes em seguir adiante.

— Não temam — Davi sussurrou, firmando seu cajado no chão. — Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque Tu estás comigo.

E, de fato, mesmo naquela escuridão, Davi sentia uma presença reconfortante ao seu lado. Era como se uma vara invisível o protegesse de perigos ocultos, e um cajado celestial o guiasse em segurança. Ele sabia que os inimigos — os lobos, os ladrões, as doenças — poderiam rondar, mas nenhum deles prevaleceria, pois o Senhor estava com ele.

Ao saírem do vale, o sol novamente brilhou, e Davi encontrou uma campina aberta, onde flores silvestres dançavam ao sabor da brisa. Ali, ele preparou uma mesa diante de seus inimigos — os perigos que tentaram assombrá-lo — e ungiu a cabeça de suas ovelhas com óleo, simbolizando a bênção e a proteção divina.

— Vejam — disse ele, erguendo as mãos em louvor — a bondade e a misericórdia do Senhor nos seguirão todos os dias de nossas vidas.

E assim, ano após ano, Davi e seu rebanho prosperaram. Não porque ele fosse o pastor mais habilidoso, mas porque confiava naquele que era o Pastor dos pastores. E quando seus dias na terra chegaram ao fim, ele soube que habitaria para sempre na casa do Senhor, onde os pastos são eternamente verdes e as águas, para sempre tranquilas.

**Fim.**

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tendas destes homens perversos! Não toquem em nada que pertença a eles, para que vocês não sejam levados junto com todos os pecados deles. Então eles se afastaram das tendas de Corá, Datã e Abirão. Datã e Abirão tinham saído e estavam em pé à entrada de suas tendas, junto com suas mulheres, filhos e pequenos. Então Moisés disse: Isto é o que o Senhor ordenou: saibam que o Senhor enviou-me a fazer todas essas obras, porque eu não as fiz de mim mesmo. Se estes homens morrerem da maneira que morrem todos os homens, ou se lhes acontecer o que acontece a todos os homens, então o Senhor não me enviou. Mas se o Senhor cria uma nova coisa, e a terra abre a sua boca e os engole, com tudo o que pertence a eles, para que desçam vivos ao Sheol, então saberão que esses homens desprezaram o Senhor. E aconteceu que, assim que ele terminou de falar todas estas palavras, a terra que estava sob eles se abriu. E a terra abriu a sua boca e engoliu-os e às suas casas, e todos os homens que pertenciam a Corá e todos os bens. E eles e tudo o que pertencia a eles desceram vivos ao Sheol, e a terra os cobriu; e eles pereceram do meio da congregação. E todo o Israel que estava ao redor deles fugiu ao grito deles, porque eles disseram: Para que a terra não nos engula! E saiu fogo do Senhor e consumiu os duzentos e cinquenta homens que ofereciam incenso. O Senhor então disse a Moisés: Diga a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, que ele retire os incensários do meio da chama, porque eles são sagrados, e espalhe o fogo à distância. Os incensários dos homens que pecaram contra a própria vida deles devem ser feitos em folhas de metal batido, como cobertura para o altar, porque eles os ofereceram diante do Senhor, então eles são sagrados. Eles devem ser um sinal para os filhos de Israel. Então Eleazar, o sacerdote, pegou os incensários de bronze, que aqueles que tinham sido queimados haviam oferecido, e os bateu para fazer uma cobertura para o altar, para ser um memorial para os filhos de Israel, para que nenhum homem comum, que não é da descendência de Arão, venha a oferecer incenso diante do Senhor, para não ser como Corá e sua companhia; assim como o Senhor havia dito a ele por meio de Moisés. Mas no dia seguinte, toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vocês mataram o povo do Senhor! Quando a congregação se reuniu contra Moisés e Arão, eles se voltaram para a Tenda do Encontro; e eis que a nuvem a cobriu, e a glória do Senhor apareceu. Moisés e Arão vieram diante da Tenda do Encontro. O Senhor disse a Moisés: Saia do meio desta congregação, para que eu possa destruí-los num instante. E eles caíram com o rosto em terra. E Moisés disse a Arão: Tome o seu incensário e coloque fogo nele do altar, ponha incenso sobre ele e leve-o depressa à congregação e faça expiação por eles, porque a ira saiu da presença do Senhor; a praga começou. Arão, como Moisés havia dito, correu para o meio da congregação; e eis que a praga havia começado entre o povo. Então ele colocou incenso sobre ele e fez expiação pelo povo. Ele permaneceu assim entre os mortos e os vivos, e a praga cessou. Aqueles que morreram em praga foram catorze mil e setecentos, não contando os que morreram por causa de Corá. E Arão voltou a Moisés, à entrada da Tenda do Encontro, porque a praga havia cessado. Title: Corá e a Revolta das 250 Brasas: Asoberba e a Ira Divina