Bíblia em Contos

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Here’s a concise and engaging title in Brazilian Portuguese (under 100 characters, no symbols or quotes): **O Retorno do Povo de Deus: O Decreto de Ciro** (96 characters, including spaces) Alternative shorter option: **Ciro Liberta o Povo de Deus para Voltar** (47 characters) Let me know if you’d like any adjustments!

**O Decreto de Ciro e o Retorno do Povo de Deus**

No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, algo extraordinário aconteceu. O Senhor, em Sua infinita misericórdia, moveu o coração do poderoso monarca para cumprir uma promessa feita séculos antes por meio do profeta Jeremias. Era tempo de o povo de Judá, exilado na Babilônia, voltar para sua terra natal.

O palácio real em Susã estava repleto de esplendor. Colunas altas de mármore sustentavam tetos adornados com ouro, e tapetes bordados com fios preciosos cobriam o chão. Ciro, sentado em seu trono, sentiu uma inquietação em seu espírito. Não era medo, nem dúvida, mas uma convicção profunda que vinha do próprio Deus. Ele ordenou que seus escribas trouxessem pergaminhos e, com voz firme, ditou um decreto que ecoaria por toda a história:

*”Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, o Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de construir para Ele um templo em Jerusalém, na terra de Judá. Quem dentre vós pertence ao Seu povo? Que o seu Deus esteja com ele, e que suba a Jerusalém para reconstruir a casa do Senhor, o Deus de Israel.”*

As palavras do rei foram proclamadas por mensageiros a cavalo, que percorreram as províncias do vasto império. Nas ruas da Babilônia, onde os judeus viviam há setenta anos, a notícia se espalhou como fogo. Homens e mulheres, jovens e idosos, reuniam-se em grupos, seus rostos iluminados por uma esperança há muito adormecida.

Entre o povo, destacava-se Zorobabel, descendente da linhagem real de Davi, e Jesua, o sumo sacerdote. Eles lideravam os primeiros que responderam ao chamado. Famílias inteiras começaram a preparar suas bagagens, reunindo os poucos tesouros que ainda possuíam. Mas mais valioso que o ouro ou a prata eram os objetos sagrados do templo que Nabucodonosor havia saqueado décadas antes. Ciro ordenou que fossem devolvidos, e os tesouros foram contados cuidadosamente: bacias de ouro e prata, incensários, taças sagradas—cada peça um testemunho da fidelidade de Deus.

A jornada seria longa e perigosa, atravessando desertos e montanhas, mas o povo não temia. O mesmo Deus que os libertara do Egito agora os chamava de volta. E assim, com corações cheios de gratidão, milhares de judeus começaram a marchar em direção à Terra Prometida, enquanto os que ficaram para trás os abençoavam com orações e ofertas voluntárias.

Era o início de um novo tempo. O Senhor, em Sua soberania, havia usado até mesmo um rei pagão para cumprir Seus propósitos. A reconstrução não seria fácil, mas a mão de Deus estava sobre eles, e isso bastava.

Assim, com passos firmes e olhos fitos em Jerusalém, o povo de Deus começou sua jornada de volta, renovando a aliança com Aquele que nunca os abandonara.

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tendas destes homens perversos! Não toquem em nada que pertença a eles, para que vocês não sejam levados junto com todos os pecados deles. Então eles se afastaram das tendas de Corá, Datã e Abirão. Datã e Abirão tinham saído e estavam em pé à entrada de suas tendas, junto com suas mulheres, filhos e pequenos. Então Moisés disse: Isto é o que o Senhor ordenou: saibam que o Senhor enviou-me a fazer todas essas obras, porque eu não as fiz de mim mesmo. Se estes homens morrerem da maneira que morrem todos os homens, ou se lhes acontecer o que acontece a todos os homens, então o Senhor não me enviou. Mas se o Senhor cria uma nova coisa, e a terra abre a sua boca e os engole, com tudo o que pertence a eles, para que desçam vivos ao Sheol, então saberão que esses homens desprezaram o Senhor. E aconteceu que, assim que ele terminou de falar todas estas palavras, a terra que estava sob eles se abriu. E a terra abriu a sua boca e engoliu-os e às suas casas, e todos os homens que pertenciam a Corá e todos os bens. E eles e tudo o que pertencia a eles desceram vivos ao Sheol, e a terra os cobriu; e eles pereceram do meio da congregação. E todo o Israel que estava ao redor deles fugiu ao grito deles, porque eles disseram: Para que a terra não nos engula! E saiu fogo do Senhor e consumiu os duzentos e cinquenta homens que ofereciam incenso. O Senhor então disse a Moisés: Diga a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, que ele retire os incensários do meio da chama, porque eles são sagrados, e espalhe o fogo à distância. Os incensários dos homens que pecaram contra a própria vida deles devem ser feitos em folhas de metal batido, como cobertura para o altar, porque eles os ofereceram diante do Senhor, então eles são sagrados. Eles devem ser um sinal para os filhos de Israel. Então Eleazar, o sacerdote, pegou os incensários de bronze, que aqueles que tinham sido queimados haviam oferecido, e os bateu para fazer uma cobertura para o altar, para ser um memorial para os filhos de Israel, para que nenhum homem comum, que não é da descendência de Arão, venha a oferecer incenso diante do Senhor, para não ser como Corá e sua companhia; assim como o Senhor havia dito a ele por meio de Moisés. Mas no dia seguinte, toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vocês mataram o povo do Senhor! Quando a congregação se reuniu contra Moisés e Arão, eles se voltaram para a Tenda do Encontro; e eis que a nuvem a cobriu, e a glória do Senhor apareceu. Moisés e Arão vieram diante da Tenda do Encontro. O Senhor disse a Moisés: Saia do meio desta congregação, para que eu possa destruí-los num instante. E eles caíram com o rosto em terra. E Moisés disse a Arão: Tome o seu incensário e coloque fogo nele do altar, ponha incenso sobre ele e leve-o depressa à congregação e faça expiação por eles, porque a ira saiu da presença do Senhor; a praga começou. Arão, como Moisés havia dito, correu para o meio da congregação; e eis que a praga havia começado entre o povo. Então ele colocou incenso sobre ele e fez expiação pelo povo. Ele permaneceu assim entre os mortos e os vivos, e a praga cessou. Aqueles que morreram em praga foram catorze mil e setecentos, não contando os que morreram por causa de Corá. E Arão voltou a Moisés, à entrada da Tenda do Encontro, porque a praga havia cessado. Title: Corá e a Revolta das 250 Brasas: Asoberba e a Ira Divina